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Atenção no seguro, por Gerson Anzzulin: O novo cenário do seguro de vida no Brasil



O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul foi fundado em junho de 1990 com o objetivo de promover a integração, execução e difusão da matéria seguro de pessoas. Conforme avaliação da presidente do CVG-RS, Andreia Araújo, por muitas décadas o seguro de vida foi deixado de lado, ficando distante dos números do seguro de veículos.

Este cenário foi sendo alterado nos últimos anos e o seguro de vida ganhou espaço. Com o advento da pandemia, o quadro mudou e as pessoas passaram a entender a necessidade de proteção. Andreia disse que os números divulgados pela Superintendência de Seguros Privados comprovam a nova realidade, pois o setor de seguro de vida movimentou de janeiro a agosto deste ano o montante de R$ 15,02 bilhões, o que significa um crescimento de 16% na comparação com o mesmo período de 2021.

A dirigente do CVG-RS ressaltou o movimento feito pelas seguradoras no Brasil na pandemia de garantirem o pagamento das indenizações. “Isto foi muito importante, porque mostrou que as empresas entregaram o que estava prometido em contrato dentro de um período crítico. Por outro lado, isto levou o público a ter uma consciência maior sobre a questão da proteção familiar”, afirmou.

Andreia Araújo disse que, a partir de agora, o desafio do Clube e da indústria de seguros é o de manter o legado conquistado dentro do período da pandemia, de que o seguro de vida não é prioritário apenas em momentos de crise, mas também no cotidiano das pessoas. “Não podemos deixar isto esfriar. O seguro de vida é calcado em três pilares: sobrevivência; invalidez e saúde. Todos precisamos destas garantias em nossas vidas”, destacou. Outro ponto citado pela presidente do CVG-RS é o relacionado à cultura do brasileiro com o seguro de vida. “Seguro de vida não significa apenas a cobertura por morte. É mais do que isto.

Existem aspectos de garantias em vida dentro do produto, como invalidez e doenças graves. O mercado tem companhias especializadas neste segmento, oferecendo produtos adequados à realidade das pessoas. Além disto, o custo é proporcional e acessível. Seguro de vida é um investimento e não um gasto”, concluiu Andreia Araújo.

Por Gerson Anzzulin

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